Persianas brancas pequeninas de material plástico rugoso que intimidam dedos excitados por manejá-las
Dedos roídos das pontas, cabeça superaquecida, olhar fixo em um ponto no chão
O sono é o respaldo do depressivo e nem de tal liberdade é por vezes agraciado
Dedos roídos que se esforçam tensionados, a respiração que pára; períodos complexos e inacabáveis, uma terrível dissolução de ideias vagas, confusas, herméticas, fugazes, soberbas
Medo inexplicável do que advém
É a pior coisa do mundo não ser livre